📅 Publicado em 21/09/2026 12h20✏️ Atualizado em 22/09/2026 11h06
Layane Rodrigues Porto, de 37 anos, foi assassinada na manhã desta segunda-feira (21), em frente a uma oficina mecânica e uma farmácia localizadas na Folha 21, no Núcleo Nova Marabá. De acordo com informações preliminares colhidas no local pelo Correio de Carajás, a mulher aguardava a motocicleta dela passar por uma revisão quando um homem se aproximou correndo e efetuou disparos à queima-roupa. Ela morreu no local, sem chances de ser socorrida.
Após o crime, a informação se espalhou rapidamente por grupos de mensagens e redes sociais. Vídeos que mostram parte da ação do criminoso também foram compartilhados pelo WhatsApp. Em um deles, é possível perceber nitidamente o momento em que uma dupla em uma motocicleta vermelha para na esquina. Em seguida, o passageiro desce e caminha em direção ao local onde está a vítima.

O comparsa permanece na esquina aguardando o momento de concluir a ação criminosa. Pouco depois, dois disparos são ouvidos. Em seguida, o autor do homicídio aparece correndo e foge logo após o crime. Viaturas da Polícia Militar realizaram buscas na tentativa de localizar os suspeitos, mas até o momento os autores não foram encontrados.
Leia mais:O crime também foi registrado por outra câmera de segurança, que mostra com clareza a frieza do assassino. Nas imagens, ele caminha mexendo no celular e segurando um capacete. Ao passar pelo local, parece se certificar de que a vítima era Layane e, em seguida, saca uma arma que estava escondida na cintura. Friamente, efetua dois disparos e foge.
Ainda de acordo com informações levantadas pela reportagem, Layane era vendedora e representante de uma grande empresa distribuidora de Marabá. Com a rápida disseminação da notícia, surgiram comentários de que a mulher poderia ter sido vítima de feminicídio. No entanto, somente a investigação policial poderá apontar a real motivação do crime.
Após o homicídio, as polícias Militar e Civil estiveram no local, assim como equipes da Perícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML), responsáveis pelos procedimentos de remoção e necropsia do corpo. Agora, a Polícia Civil investiga o caso.
