📅 Publicado em 29/04/2026 13h26✏️ Atualizado em 29/04/2026 14h04
Durante a 26ª edição da Operação Força Total, a Polícia Civil prendeu, na noite de terça-feira (28), na Folha 5, Nova Marabá, quatro suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas.
Por volta das 21 horas, a equipe recebeu uma denúncia anônima sobre intensa movimentação suspeita em uma residência da área. Havia a informação de que um veículo Chevrolet Onix, de cor preta, estaria sendo utilizado para distribuir entorpecentes nas proximidades de uma casa de shows.
Ao chegar ao endereço indicado, os policiais localizaram João Henrique Valadares Silva e Wesley Correa da Silva em frente ao imóvel. Segundo a Polícia Militar, ao perceberem a aproximação da viatura, ambos tentaram entrar na residência, desobedecendo à ordem verbal de parada, o que reforçou a suspeita.
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Durante a abordagem, foram encontradas com João 23 porções de crack, além de um celular e R$ 30 em dinheiro. Com Wesley, nada de ilícito foi localizado, sendo apreendidos apenas dois celulares e uma motocicleta Honda Pop 110 de cor vermelha.
PERSEGUIÇÃO
Ainda segundo o relatório policial, durante a ação, um veículo Chevrolet Onix de cor preta aproximou-se do local, mas, ao notar a presença da polícia, o condutor mudou bruscamente de direção e fugiu em alta velocidade. Diante da situação, foi solicitado reforços de várias frentes policiais, que iniciaram o acompanhamento tático do automóvel.
O veículo foi interceptado nas proximidades de um posto de combustíveis, após perseguição contínua. O condutor, João Vitor Silva Sousa, apresentou resistência à abordagem, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo. No carro também estava Kaio Miguel Ferreira de Sousa.
Durante a revista no interior do automóvel, foram apreendidos dois aparelhos celulares e, diante dos indícios, a equipe do Canil da Polícia Militar foi acionada. Com o auxílio de cão farejador, os agentes localizaram 82 porções de crack na estrutura do sistema de som do veículo.
Segundo a polícia, o uso de algemas foi necessário devido ao risco de fuga e para garantir a segurança dos envolvidos e da equipe. Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.
Até o momento, o órgão não divulgou o procedimento adotado para cada suspeito. O Correio de Carajás não teve acesso aos presos para ouvir a versão deles para os fatos.
