Correio de Carajás

Ministério Público acompanha investigação sobre morte de engenheiro da Adepará

Fábio Alan Queiroz foi morto a tiros no estacionamento de uma academia; MPPA e Polícia Civil reforçam apurações.

Homem de meia-idade sorrindo, usando camisa branca, contra um fundo amarelo.
Fábio tinha mais de 20 anos de atuação na Adepará/ Foto: Divulgação
Por: Da Redação
✏️ Atualizado em 17/03/2026 08h57

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) informou, neste domingo (15), que está acompanhando as investigações relacionadas à morte do engenheiro agrônomo Fábio Alan Queiroz, servidor da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará).

Ele foi assassinado no estacionamento de uma academia, em São Geraldo do  Araguaia, quando chegava para fazer atividade física na companhia da esposa.

De acordo com o MPPA, a situação foi comunicada ao Procurador-Geral de Justiça, que presta apoio institucional às Promotorias de Justiça de São Geraldo do Araguaia e à Promotoria de Justiça Agrária no acompanhamento do caso.

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Ainda conforme o órgãi, a Superintendência da 10ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), sob a coordenação do delegado Antônio Mororó, em Marabá, designou duas autoridades policiais para acompanhar as apurações: os delegados Edésio Ribeiro e Élcio de Deus, este último lotado na Delegacia de Homicídios de Marabá.

Segundo o órgão ministerial, no âmbito de suas atribuições constitucionais, está sendo acompanhada a regular apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos, respeitados os limites e a condução das investigações pelas autoridades policiais.

CRIME

Conforme divulgado pelo Correio de Carajás, Fábio Alan era aluno da academia localizada na Rua Andorinhas, no centro da cidade. Ele chegou no local em uma moto Honda Biz vermelha quando o dia estava amanhecendo, transportando a esposa na garupa.

Ainda na rua, a mulher desceu do veículo enquanto o engenheiro subiu a calçada com a moto para estacioná-la. Nesse momento, ocorreu o crime. Uma câmera de segurança registrou o executor chegando com um capacete na cabeça, correndo, e atirando pelas costas do fiscal da Adepará. Foram pelo menos cinco tiros à queima roupa. A esposa, assustada, correu para dentro da academia. O assassino fugiu em seguida. (Com informações do MPPA)