Expôs o racha
Em entrevista recente a um podcast, o vice-prefeito de Marabá, João Tatagiba, expôs os motivos que levaram ao seu rompimento político com o prefeito Toni Cunha. Tatagiba, que também acumulou o cargo de secretário de Indústria e Comércio (Sicom) no início da gestão, detalhou como percebeu uma manobra para mantê-lo isolado politicamente.
A promessa
Leia mais:Ao assumir o duplo papel de vice-prefeito e secretário, João Tatagiba afirmou que sua intenção era clara: “contribuir dentro do meu lugar, cada um no seu quadrado”. No entanto, a realidade na secretaria se mostrou diferente do esperado. Tatagiba relatou que encontrou barreiras para exercer sua função, começando pela impossibilidade de montar sua própria estrutura de trabalho. “A equipe que nós queríamos montar lá foi uma dificuldade, porque não tivemos condição e apoio para montar a equipe”, revelou, explicando que, sem um time de confiança, a implementação de suas propostas se tornou inviável.
Isolamento
Com o tempo, o vice-prefeito concluiu que sua nomeação para a Sicom não visava aproveitar sua capacidade técnica, mas sim neutralizá-lo politicamente. A falta de autonomia e de recursos humanos foi, segundo ele, deliberada. “Aí foi que eu fui entender que, na verdade, eu fui para lá, não foi para trabalhar. Eu fui para lá para que eu estivesse num lugar que eu pudesse ser isolado”, desabafou Tatagiba durante a entrevista.
O rompimento
A percepção de que estava sendo deliberadamente isolado tornou a relação com o prefeito Toni Cunha insustentável, culminando no rompimento político que hoje marca a administração municipal. As declarações de Tatagiba lançam luz sobre os bastidores do poder em Marabá e expõem uma fratura profunda na chapa que venceu as últimas eleições, sinalizando um cenário de oposição interna para o restante do mandato.
MPF x Vale
O Ministério Público Federal pediu o bloqueio de R$ 60 milhões da Vale para financiar estudos independentes sobre possível contaminação do Rio Cateté, no sudeste do Pará. Segundo o órgão, há indícios de impacto da mineração de níquel no projeto Onça Puma e de crise sanitária entre indígenas Xikrin, possivelmente ligada a metais pesados na água. A ação corre desde 2011 e busca garantir reparação ambiental e proteção às comunidades.
Exército
O 52º Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS) realizou, nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, a cerimônia de incorporação de 30 novos alunos ao Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), formando a Turma de 2026. O evento marca o início da formação militar para jovens que superaram um rigoroso processo seletivo e agora se preparam para assumir futuras posições de liderança. Um dos momentos mais simbólicos da solenidade foi a entrada dos novos alunos pelo Portão das Armas da Unidade. O ato representa o compromisso formal que os jovens assumem com o Exército Brasileiro e o início de uma jornada pautada pela disciplina.
Meningite
Um caso de meningite foi confirmado no município de Nova Timboteua, no nordeste paraense. A confirmação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde do município, por meio de nota informativa publicada na conta oficial da prefeitura do município no Instagram. Segundo o comunicado, o paciente foi diagnosticado no Hospital Universitário João de Barros Barreto, em Belém, onde permanece internado sob acompanhamento médico.
Meningite II
Desde a confirmação do diagnóstico, a Secretaria Municipal de Saúde está adotando todas as medidas necessárias de cuidado, prevenção e monitoramento, incluindo o acompanhamento de familiares e de pessoas que tiveram contato próximo com o paciente, conforme os protocolos das autoridades de saúde.”, diz a nota.
Açaí
Um estudo desenvolvido na Universidade Federal do Pará (UFPA) identificou que compostos bioativos presentes no açaí podem atuar como neuroprotetores e auxiliar na prevenção de sinais associados à ansiedade e à depressão. O artigo foi publicado em janeiro deste ano na revista científica Food Research International.
Açaí II
A pesquisa foi conduzida pela doutoranda Taiana Simas, no Laboratório de Farmacologia da Inflamação e do Comportamento (Lafico), sob orientação da neurocientista Cristiane Maia, com participação do pesquisador Hervé Rogez. Os resultados apontam que o consumo do açaí, quando iniciado ainda na infância e na adolescência, pode proteger áreas do cérebro relacionadas ao estresse e ao controle emocional.