Correio de Carajás

Reunião decide por desocupação de novo grupo na “Fazendinha”

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Após muita briga entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e os posseiros iniciais Fazenda Fazendinha, localizada em Curionópolis, o caso ganhou mais uma dose de pimenta no último final de semana, com a ocupação de um terceiro grupo, sem bandeira, ocorrida no sábado (19). Já área já está localizado o acampamento Frei Henri, do MST.

Hoje, terça-feira (22), no entanto, a situação foi apaziguada com a intervenção do Instituto Nacional Colonização Reforma Agrária (Incra) e a Polícia Militar. De acordo com a assessoria de comunicação do Incra, o ouvidor agrário regional, Wellington Silva, foi ao local na segunda-feira (21) e em discussão com o novo grupo conseguiu convencê-los a deixarem o local, onde pleiteavam lotes oriundos da reforma agrária.

Foi explicado para eles que a terra já está em estado avançado de criação do projeto de assentamento para as famílias que vivem no local. A assessoria ressaltou que o posseiro já está retirando os pertences e vai desocupar a sede da fazenda ainda neste mês. Além disso, o Incra afirma que está adiantado o estudo de capacidade de renda, uma das etapas de criação de um novo projeto de assentamento.

Leia mais:

No dia em que aconteceu a nova ocupação houve relatos de que o acampamento sofreu um ataque, atribuídos inicialmente a latifundiários da região. A favor da União há um mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça Federal. O clima na propriedade sempre foi de tensão, que aumentou nos últimos três anos, com denúncias de ataques frequentes.

Desde 2010 está comprovado pelo Incra que as terras eram griladas e improdutivas. Um ano depois as famílias do MST ocuparam a propriedade. Em junho passado, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, entrou na briga e passou a cobrar do Incra em Marabá em que pé estava a negociação da área. (Luciana Marschall)

 

Após muita briga entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e os posseiros iniciais Fazenda Fazendinha, localizada em Curionópolis, o caso ganhou mais uma dose de pimenta no último final de semana, com a ocupação de um terceiro grupo, sem bandeira, ocorrida no sábado (19). Já área já está localizado o acampamento Frei Henri, do MST.

Hoje, terça-feira (22), no entanto, a situação foi apaziguada com a intervenção do Instituto Nacional Colonização Reforma Agrária (Incra) e a Polícia Militar. De acordo com a assessoria de comunicação do Incra, o ouvidor agrário regional, Wellington Silva, foi ao local na segunda-feira (21) e em discussão com o novo grupo conseguiu convencê-los a deixarem o local, onde pleiteavam lotes oriundos da reforma agrária.

Foi explicado para eles que a terra já está em estado avançado de criação do projeto de assentamento para as famílias que vivem no local. A assessoria ressaltou que o posseiro já está retirando os pertences e vai desocupar a sede da fazenda ainda neste mês. Além disso, o Incra afirma que está adiantado o estudo de capacidade de renda, uma das etapas de criação de um novo projeto de assentamento.

No dia em que aconteceu a nova ocupação houve relatos de que o acampamento sofreu um ataque, atribuídos inicialmente a latifundiários da região. A favor da União há um mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça Federal. O clima na propriedade sempre foi de tensão, que aumentou nos últimos três anos, com denúncias de ataques frequentes.

Desde 2010 está comprovado pelo Incra que as terras eram griladas e improdutivas. Um ano depois as famílias do MST ocuparam a propriedade. Em junho passado, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, entrou na briga e passou a cobrar do Incra em Marabá em que pé estava a negociação da área. (Luciana Marschall)

 

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