Correio de Carajás

Professores desenvolvem materiais didáticos para alunos com deficiência

Com o projeto “Saberes e Práticas da Formação Docente: da Avaliação da Educação Inclusiva à Produção de Matérias Didáticos Destinados às Pessoas com Deficiência”, 50 professores da rede municipal e estadual de ensino se juntaram a um grupo de docentes da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

O objetivo do encontro é para contribuir na educação básica de estudantes com deficiência, seja ela visual, motora ou de interação social. De acordo com o coordenador do projeto, Airton Pereira, o intuito é que os próprios professores produzam os materiais que serão utilizados em sala de aula.

“O foco nesse primeiro momento, é a formação dos docentes de química e biologia, já que as disciplinas podem ser adaptadas, utilizando por exemplo, isopor, massa de modelar, tecidos entre outros”, ressalta.

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Airton afirma que no município de Marabá as escolas possuem salas de atendimento especializado, conhecidas como sala de recursos multifuncionais. Portanto, cabe ao professor do atendimento educacional, por meio de avaliação pedagógica processual, avaliar e organizar as estratégias que contribuam com o desenvolvimento educacional do estudante, que deve ser junto com os demais na sala de aula.

“Só que grande parte destes professores, seja da rede municipal ou estadual, não possuem este processo de formação para trabalhar com alunos com deficiência”, afirma. Josenilde Cardoso, professora da rede municipal e estadual de ensino, contou à equipe do CORREIO que o projeto tem melhorado muito seu desenvolvimento em sala de aula com os alunos.

“Fizemos pesquisas, trocamos experiências com outros professores e começamos a desenvolver os materiais didáticos. A partir daí, percebemos na prática, que este material além de ajudar o aluno com deficiência, auxilia os alunos que possuem alguma dificuldade no aprendizado”, comenta.

Segundo a professora, o foco inicial do projeto era em alunos cegos e surdos, mas com o desenvolvimento do trabalho – e as demandas que foram surgindo de outros professores – o projeto foi se adaptando às necessidades dos docentes. “Produzimos materiais com texturas e tamanhos diferentes, que são de fácil entendimento”.

O projeto é uma parceria da Uepa com a Fundação Amazônida de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fadespa) e conta, atualmente, com 50 professores da educação básica, tendo o apoio das prefeituras de Marabá e Itupiranga. (Ana Mangas)

Com o projeto “Saberes e Práticas da Formação Docente: da Avaliação da Educação Inclusiva à Produção de Matérias Didáticos Destinados às Pessoas com Deficiência”, 50 professores da rede municipal e estadual de ensino se juntaram a um grupo de docentes da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

O objetivo do encontro é para contribuir na educação básica de estudantes com deficiência, seja ela visual, motora ou de interação social. De acordo com o coordenador do projeto, Airton Pereira, o intuito é que os próprios professores produzam os materiais que serão utilizados em sala de aula.

“O foco nesse primeiro momento, é a formação dos docentes de química e biologia, já que as disciplinas podem ser adaptadas, utilizando por exemplo, isopor, massa de modelar, tecidos entre outros”, ressalta.

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Airton afirma que no município de Marabá as escolas possuem salas de atendimento especializado, conhecidas como sala de recursos multifuncionais. Portanto, cabe ao professor do atendimento educacional, por meio de avaliação pedagógica processual, avaliar e organizar as estratégias que contribuam com o desenvolvimento educacional do estudante, que deve ser junto com os demais na sala de aula.

“Só que grande parte destes professores, seja da rede municipal ou estadual, não possuem este processo de formação para trabalhar com alunos com deficiência”, afirma. Josenilde Cardoso, professora da rede municipal e estadual de ensino, contou à equipe do CORREIO que o projeto tem melhorado muito seu desenvolvimento em sala de aula com os alunos.

“Fizemos pesquisas, trocamos experiências com outros professores e começamos a desenvolver os materiais didáticos. A partir daí, percebemos na prática, que este material além de ajudar o aluno com deficiência, auxilia os alunos que possuem alguma dificuldade no aprendizado”, comenta.

Segundo a professora, o foco inicial do projeto era em alunos cegos e surdos, mas com o desenvolvimento do trabalho – e as demandas que foram surgindo de outros professores – o projeto foi se adaptando às necessidades dos docentes. “Produzimos materiais com texturas e tamanhos diferentes, que são de fácil entendimento”.

O projeto é uma parceria da Uepa com a Fundação Amazônida de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fadespa) e conta, atualmente, com 50 professores da educação básica, tendo o apoio das prefeituras de Marabá e Itupiranga. (Ana Mangas)