A Polícia Civil investiga como latrocínio – roubo seguido de morte – o violento caso que resultou na morte do fazendeiro Laurentino Silva Nogueira, de 61 anos, e do filho dele, Diego Silva Nogueira, de 26 anos, na propriedade da família, na Vila União, zona rural de Marabá, na noite de domingo (7). Os corpos dos dois chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade já nesta segunda-feira (8), onde foram necropsiados e liberados para os familiares.

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O delegado Luiz Otávio Barros, plantonista da 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, que irá investigar o caso, informou ao CORREIO na noite de ontem, que as informações preliminares ainda são poucas. Segundo ele, devido à distância – cerca de 200 quilômetros do centro urbano – e acesso complicado, uma equipe da Polícia Civil foi deslocada para a região apenas na manhã de ontem, assim como também do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

Testemunhas começaram a prestar depoimento apenas na tarde de ontem e ainda não há como divulgar informações precisas. Segundo a perita Elisângela Araújo, que esteve no local, a Fazenda Santa Marta fica localizada a aproximadamente 20 quilômetros da sede da vila. Na cena do crime, foi relatado que assaltantes invadiram a residência por volta das 20 horas e havia diversas pessoas na casa, dentre elas crianças. “Pelo que soubemos moram 11 pessoas na propriedade”.

Ela acrescentou que alguns membros da família foram rendidos e colocados em um quarto. Diego, no entanto, teria ido para outro quarto para pegar uma arma de fogo e se trancado no cômodo. “Eles deram um tiro na porta do quarto, invadiram e atiraram nele. Aí levaram o pai (Laurentino) para lá também e executaram o pai neste mesmo quarto”, narrou a perita.

Ela acrescenta que tudo aponta ter se tratado de um assalto, uma vez que havia a informação de que Laurentino costumava usar ao menos 11 cordões de ouro. “Levaram cordões e armas. Parece que ele é policial aposentado de outro estado e levaram seis armas. Também levaram um relógio dele”. Ela diz que as testemunhas não viram qualquer veículo chegando ou saindo da propriedade. “Relataram que eles estavam na mata da propriedade, esperaram anoitecer para atacar”.

Após a ação, Diego ainda chegou a ser socorrido e encaminhado ao posto de saúde da Vila União, mas não resistiu aos ferimentos. O pai, Laurentino, morreu ainda no local do crime. A esposa dele esteve na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil na tarde de ontem para prestar informações e no IML para providenciar a liberação dos cadáveres. O CORREIO tentou conversar com ela, mas ela estava em estado de choque e inconsolável, sem condições de gravar entrevista. Pessoas que a acompanhavam declararam que apenas ela poderia tratar do caso.

O delegado responsável pela investigação informou que a Polícia Civil deverá dedicar atenção especial ao crime brutal que abalou a família. “Este é um caso bem complicado e faremos uma investigação minuciosa para desvendá-lo”.  (Luciana Marschall com informações de Josseli Carvalho)

A Polícia Civil investiga como latrocínio – roubo seguido de morte – o violento caso que resultou na morte do fazendeiro Laurentino Silva Nogueira, de 61 anos, e do filho dele, Diego Silva Nogueira, de 26 anos, na propriedade da família, na Vila União, zona rural de Marabá, na noite de domingo (7). Os corpos dos dois chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade já nesta segunda-feira (8), onde foram necropsiados e liberados para os familiares.

O delegado Luiz Otávio Barros, plantonista da 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, que irá investigar o caso, informou ao CORREIO na noite de ontem, que as informações preliminares ainda são poucas. Segundo ele, devido à distância – cerca de 200 quilômetros do centro urbano – e acesso complicado, uma equipe da Polícia Civil foi deslocada para a região apenas na manhã de ontem, assim como também do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

Testemunhas começaram a prestar depoimento apenas na tarde de ontem e ainda não há como divulgar informações precisas. Segundo a perita Elisângela Araújo, que esteve no local, a Fazenda Santa Marta fica localizada a aproximadamente 20 quilômetros da sede da vila. Na cena do crime, foi relatado que assaltantes invadiram a residência por volta das 20 horas e havia diversas pessoas na casa, dentre elas crianças. “Pelo que soubemos moram 11 pessoas na propriedade”.

Ela acrescentou que alguns membros da família foram rendidos e colocados em um quarto. Diego, no entanto, teria ido para outro quarto para pegar uma arma de fogo e se trancado no cômodo. “Eles deram um tiro na porta do quarto, invadiram e atiraram nele. Aí levaram o pai (Laurentino) para lá também e executaram o pai neste mesmo quarto”, narrou a perita.

Ela acrescenta que tudo aponta ter se tratado de um assalto, uma vez que havia a informação de que Laurentino costumava usar ao menos 11 cordões de ouro. “Levaram cordões e armas. Parece que ele é policial aposentado de outro estado e levaram seis armas. Também levaram um relógio dele”. Ela diz que as testemunhas não viram qualquer veículo chegando ou saindo da propriedade. “Relataram que eles estavam na mata da propriedade, esperaram anoitecer para atacar”.

Após a ação, Diego ainda chegou a ser socorrido e encaminhado ao posto de saúde da Vila União, mas não resistiu aos ferimentos. O pai, Laurentino, morreu ainda no local do crime. A esposa dele esteve na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil na tarde de ontem para prestar informações e no IML para providenciar a liberação dos cadáveres. O CORREIO tentou conversar com ela, mas ela estava em estado de choque e inconsolável, sem condições de gravar entrevista. Pessoas que a acompanhavam declararam que apenas ela poderia tratar do caso.

O delegado responsável pela investigação informou que a Polícia Civil deverá dedicar atenção especial ao crime brutal que abalou a família. “Este é um caso bem complicado e faremos uma investigação minuciosa para desvendá-lo”.  (Luciana Marschall com informações de Josseli Carvalho)

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