Correio de Carajás

MPF cobra do Ministério da Justiça esclarecimentos sobre Pau D’arco

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O Ministério Público Federal solicitou ao Ministério da Justiça esclarecimentos acerca de suposta suspensão das investigações da chacina em Pau D’Arco, a 60 quilômetros de Redenção, onde 10 trabalhadores rurais morreram no dia 24 de maio, durante uma operação policial.

A solicitação foi enviada na última semana pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Lorena Jardim, requerendo informações sobre a procedência da notícia.

O ato se deu após uma representação ser encaminhada à PFDC pela Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Pará. No documento são destacas informações publicadas em veículos de imprensa de que a equipe de policiais federais que investigam as mortes não teria sido renovada pelo Governo Federal.

Leia mais:

No último dia 9, foram postos em liberdade 13 policiais presos em decorrência das mortes de nove homens e uma mulher. Os 11 policiais militares, dentre eles um coronel, e dois policiais civis foram recolhidos por mandado de prisão temporária no dia 10 de julho.

Ainda em maio, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que o relato policial preliminar era de que o grupo de posseiros recebeu com disparos de armas de fogo os policiais que foram ao local. A instituição acrescentou, ainda, que a ação policial pretendia cumprir mandados emitidos em decorrência de investigação sobre homicídio, tentativa de homicídio e formação de quadrilha.

Os corpos foram removidos do local pelos próprios policiais que participavam da ação antes da chegada de equipe do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”. Pouco depois, pessoas que estavam no local passaram a relatar terem sido atacadas.  

Perícia do CPC Renato Chaves apontou que os coletes dos policiais não apresentaram vestígios de projéteis e destacou, também, que dentre os mortos nove pessoas foram atingidas no peito e apenas uma – a mulher – foi alvejada com um tiro lateral na cabeça. (Luciana Marschall)

O Ministério Público Federal solicitou ao Ministério da Justiça esclarecimentos acerca de suposta suspensão das investigações da chacina em Pau D’Arco, a 60 quilômetros de Redenção, onde 10 trabalhadores rurais morreram no dia 24 de maio, durante uma operação policial.

A solicitação foi enviada na última semana pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Lorena Jardim, requerendo informações sobre a procedência da notícia.

O ato se deu após uma representação ser encaminhada à PFDC pela Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Pará. No documento são destacas informações publicadas em veículos de imprensa de que a equipe de policiais federais que investigam as mortes não teria sido renovada pelo Governo Federal.

No último dia 9, foram postos em liberdade 13 policiais presos em decorrência das mortes de nove homens e uma mulher. Os 11 policiais militares, dentre eles um coronel, e dois policiais civis foram recolhidos por mandado de prisão temporária no dia 10 de julho.

Ainda em maio, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que o relato policial preliminar era de que o grupo de posseiros recebeu com disparos de armas de fogo os policiais que foram ao local. A instituição acrescentou, ainda, que a ação policial pretendia cumprir mandados emitidos em decorrência de investigação sobre homicídio, tentativa de homicídio e formação de quadrilha.

Os corpos foram removidos do local pelos próprios policiais que participavam da ação antes da chegada de equipe do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”. Pouco depois, pessoas que estavam no local passaram a relatar terem sido atacadas.  

Perícia do CPC Renato Chaves apontou que os coletes dos policiais não apresentaram vestígios de projéteis e destacou, também, que dentre os mortos nove pessoas foram atingidas no peito e apenas uma – a mulher – foi alvejada com um tiro lateral na cabeça. (Luciana Marschall)

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