Correio de Carajás

Morte de jovem ainda é mistério

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O corpo da mulher encontrado na tarde da última segunda-feira (28) na beira do Rio Itacaiúnas, à altura do bairro Amapá, núcleo Cidade Nova, foi identificado no dia seguinte (29) por familiares dela. Mas até agora não existe clareza sobre quem foi o autor da morte dela ou mesmo qual foi a motivação para o bárbaro crime.

De acordo com a delegada Simone Felinto, diretora da 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Marabá, inicialmente a investigação está a cargo do Departamento de Homicídios, cuja titular, delegada Raissa Beleboni, preferiu não passar maiores detalhes para a Imprensa sobre o caso neste momento, por entender que informações prematuras podem pôr em risco o andamento das investigações.

A vítima foi identificada como Dara Vitória Alves da Silva, de apenas 16 anos. Segundo informações obtidas no Instituto Médico Legal (IML), a jovem, que morava no bairro Amapá, foi estrangulada. Ainda não foi divulgado resultado de exame sexológico para confirmar ou descartar possível violência sexual contra a vítima, já que ela foi encontrada nua. O resultado do exame só deve sair dentro de duas semanas.

Leia mais:

Ouvido pelo jornal, o pai da vítima, Dalmo Lorentino Campos, disse que a filha morava com a ex-mulher dele, Nilza Alves da Silva, e que ele descobriu que o corpo encontrado no bairro Amapá era o de Dara somente na terça-feira, por meio de terceiros, que foram lhe avisar. O reconhecimento da jovem foi possível devido a duas tatuagens que ela tinha.

Embora aparentasse serenidade, Dalmo estava revoltado com a forma trágica como a filha foi morta. “Foi uma covardia com uma criança. Esse vagabundo deveria apodrecer atrás das grades”, desabafou, acrescentando que Dara estudava na escola Elinda Simplício Costa, no bairro das Laranjeiras.

Também ouvido pelo jornal, o namorado da vítima, Oseias Resplandes, que estava com ela havia pouco mais de um ano, disse que a última vez que a viu com vida foi ainda na noite de sábado, quando se despediram e ele foi para a casa da mãe dela, justamente esperar por Dara, sem que ela tivesse aparecido.

Oseias disse ter ouvido boatos de que Dara estava na parada LGBT de Marabá, com outra pessoa, na noite de domingo, mas ele não chegou a se encontrar mais com ela, por isso nem pôde confirmar se a jovem realmente esteve em tal evento.

Agora, a polícia começa a ouvir pessoas ligadas à vítima para tentar chegar no autor ou autores do brutal assassinato, segundo informação repassada pela delegada Simone Felinto, na manhã de ontem. (Chagas Filho com informações de Josseli Carvalho)

 

O corpo da mulher encontrado na tarde da última segunda-feira (28) na beira do Rio Itacaiúnas, à altura do bairro Amapá, núcleo Cidade Nova, foi identificado no dia seguinte (29) por familiares dela. Mas até agora não existe clareza sobre quem foi o autor da morte dela ou mesmo qual foi a motivação para o bárbaro crime.

De acordo com a delegada Simone Felinto, diretora da 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil em Marabá, inicialmente a investigação está a cargo do Departamento de Homicídios, cuja titular, delegada Raissa Beleboni, preferiu não passar maiores detalhes para a Imprensa sobre o caso neste momento, por entender que informações prematuras podem pôr em risco o andamento das investigações.

A vítima foi identificada como Dara Vitória Alves da Silva, de apenas 16 anos. Segundo informações obtidas no Instituto Médico Legal (IML), a jovem, que morava no bairro Amapá, foi estrangulada. Ainda não foi divulgado resultado de exame sexológico para confirmar ou descartar possível violência sexual contra a vítima, já que ela foi encontrada nua. O resultado do exame só deve sair dentro de duas semanas.

Ouvido pelo jornal, o pai da vítima, Dalmo Lorentino Campos, disse que a filha morava com a ex-mulher dele, Nilza Alves da Silva, e que ele descobriu que o corpo encontrado no bairro Amapá era o de Dara somente na terça-feira, por meio de terceiros, que foram lhe avisar. O reconhecimento da jovem foi possível devido a duas tatuagens que ela tinha.

Embora aparentasse serenidade, Dalmo estava revoltado com a forma trágica como a filha foi morta. “Foi uma covardia com uma criança. Esse vagabundo deveria apodrecer atrás das grades”, desabafou, acrescentando que Dara estudava na escola Elinda Simplício Costa, no bairro das Laranjeiras.

Também ouvido pelo jornal, o namorado da vítima, Oseias Resplandes, que estava com ela havia pouco mais de um ano, disse que a última vez que a viu com vida foi ainda na noite de sábado, quando se despediram e ele foi para a casa da mãe dela, justamente esperar por Dara, sem que ela tivesse aparecido.

Oseias disse ter ouvido boatos de que Dara estava na parada LGBT de Marabá, com outra pessoa, na noite de domingo, mas ele não chegou a se encontrar mais com ela, por isso nem pôde confirmar se a jovem realmente esteve em tal evento.

Agora, a polícia começa a ouvir pessoas ligadas à vítima para tentar chegar no autor ou autores do brutal assassinato, segundo informação repassada pela delegada Simone Felinto, na manhã de ontem. (Chagas Filho com informações de Josseli Carvalho)

 

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