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O quadro de pretendentes à cadeira de governador já parece definido no Estado. Após a abertura e imediato fechamento da janela partidária de transferência, já estão definidos os nomes de Helder Barbalho (MDB), Márcio Miranda (DEM), Sidney Rosa (PSB), Fernando Carneiro (Psol) e Paulo Rocha (PT). Devem surgir outros. Cada um tem o seu desafio pela frente: o de convencer os eleitores de que podem governar um estado cheio de problemas. O Pará, porém, é maior do que todos eles juntos.

Lula por aqui

Em julho do ano passado, o Instituto Paraná Pesquisas foi às ruas de 52 municípios paraenses, incluindo Marabá, Parauapebas e Redenção, para saber em quem os eleitores votariam para presidente da República. O ex-presidente Lula – hoje na cadeia, amargando pena de 12 anos por corrupção – aparecia como líder em dois cenários.

Esquerda x direita

No primeiro cenário, Lula liderava com 28,1% das intenções de votos. Ele era seguido por Jair Bolsonaro, com 16,8%, e Marina Silva (Rede) com 12,7%. Nesse cenário, a opção pelo PSDB, partido do governador Simão Jatene, era João Doria (já descartado da disputa), atual prefeito da cidade de São Paulo. Ele aparecia em 5º lugar, com 8,3%, atrás também do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa.

Transfere votos?

A outra opção tucana, nessa pesquisa, no cenário 2, é o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O desempenho de Alckmin, porém, era inferior ao de Doria, ficando na 6ª posição, atrás também de Ciro Gomes (PDT). Nesse cenário, Lula teria 28,4% das intenções de voto no Pará, contra 18,2% de Bolsonaro. Como Lula está inelegível pela lei da ficha limpa, a disputa no Estado deve ficar entre Bolsonaro e Marina Silva.

Eles decidem

Ainda não temos uma nova pesquisa após a prisão de Lula, mas os analistas já se fazem a seguinte pergunta: Lula conseguirá transferir votos para Marina, ou outro candidato mais à esquerda? E o PT, que sempre teve sérias restrições à candidata, conseguiria abraçar candidatura tão indesejada? Com a resposta, os eleitores.

Demissão sumária

A Secretaria Nacional do Desenvolvimento Agrário demitiu, no fim da semana passada, Yorann Costa, 22 anos, de um cargo no Pará cujo salário é de R$ 10 mil e o orçamento, R$ 100 milhões. Yorann, estudante de Direito, é filho do deputado federal Wladimir Costa (SD-PA), que ficou famoso após fazer um tatuagem provisória com o nome do presidente Michel Temer no ombro direito.

Pai na campanha

A posse de Yorann havia sido proibida após decisão da primeira instância da Justiça Federal. Mas, no final de março, uma desembargadora do TRF 1 permitiu que ele ocupasse o cargo. A discussão orbitava em torno de sua pouca experiência para exercer a função. De qualquer maneira, o paizão Wlad quer ver o filho deputado federal. E deve carregar o rebento nas costas, pedindo votos para ele.

 

____________________BASTIDORES___________________________

 

* Os serviços de inteligência policial do Estado já sabem faz tempo quem são os líderes do crime organizado e das facções que atuam dentro e fora das cadeias. Sabem até os apelidos.

* Apesar de saberem, porém, não houve competência do governo em prevenir a rebelião e a tentativa de resgaste na penitenciária de Santa Isabel que resultou em mais de 20 mortes. As 120 fugas mensais já dizem tudo.

* Em 72 horas, 33 mortos em chacina e rebelião, fora os assassinatos “normais”, que todos os dias aparecem no noticiário da mídia. O cenário é de descontrole na segurança pública.

* E ainda temos, para completar, o secretário Luiz Fernandes a dizer que se sente seguro por andar em Belém. Claro, ele vive cheio de policiais ao redor, inclusive em sua própria casa, no gabinete onde trabalha e até na igreja, quando lá aparece.

* Polícia Federal sabe mais do que ninguém o que acontece em alguns institutos de previdência no interior do Pará. Em Oeiras do Pará e Portel, onde um rombo sangrou mais de R$ 18 milhões dos cofres públicos, está apenas a ponta do iceberg.

* O redator da coluna esteve em Recife, na semana que passou, para mais uma palestra sobre a Operação Prato, que investigou OVNIs no final dos anos 70 no Estado. Foi no II Fórum Internacional de Ufologia e Espiritualidade de Pernambuco.

* Organização impecável do evento, que teve a participação de físicos, biólogos, espíritas, ufólogos, até abduzidos e céticos. Tudo sob o comando do paraense Alexandre Lauzid, empresário do ramo de viagens.

De olho no poder

O quadro de pretendentes à cadeira de governador já parece definido no Estado. Após a abertura e imediato fechamento da janela partidária de transferência, já estão definidos os nomes de Helder Barbalho (MDB), Márcio Miranda (DEM), Sidney Rosa (PSB), Fernando Carneiro (Psol) e Paulo Rocha (PT). Devem surgir outros. Cada um tem o seu desafio pela frente: o de convencer os eleitores de que podem governar um estado cheio de problemas. O Pará, porém, é maior do que todos eles juntos.

Lula por aqui

Em julho do ano passado, o Instituto Paraná Pesquisas foi às ruas de 52 municípios paraenses, incluindo Marabá, Parauapebas e Redenção, para saber em quem os eleitores votariam para presidente da República. O ex-presidente Lula – hoje na cadeia, amargando pena de 12 anos por corrupção – aparecia como líder em dois cenários.

Esquerda x direita

No primeiro cenário, Lula liderava com 28,1% das intenções de votos. Ele era seguido por Jair Bolsonaro, com 16,8%, e Marina Silva (Rede) com 12,7%. Nesse cenário, a opção pelo PSDB, partido do governador Simão Jatene, era João Doria (já descartado da disputa), atual prefeito da cidade de São Paulo. Ele aparecia em 5º lugar, com 8,3%, atrás também do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa.

Transfere votos?

A outra opção tucana, nessa pesquisa, no cenário 2, é o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O desempenho de Alckmin, porém, era inferior ao de Doria, ficando na 6ª posição, atrás também de Ciro Gomes (PDT). Nesse cenário, Lula teria 28,4% das intenções de voto no Pará, contra 18,2% de Bolsonaro. Como Lula está inelegível pela lei da ficha limpa, a disputa no Estado deve ficar entre Bolsonaro e Marina Silva.

Eles decidem

Ainda não temos uma nova pesquisa após a prisão de Lula, mas os analistas já se fazem a seguinte pergunta: Lula conseguirá transferir votos para Marina, ou outro candidato mais à esquerda? E o PT, que sempre teve sérias restrições à candidata, conseguiria abraçar candidatura tão indesejada? Com a resposta, os eleitores.

Demissão sumária

A Secretaria Nacional do Desenvolvimento Agrário demitiu, no fim da semana passada, Yorann Costa, 22 anos, de um cargo no Pará cujo salário é de R$ 10 mil e o orçamento, R$ 100 milhões. Yorann, estudante de Direito, é filho do deputado federal Wladimir Costa (SD-PA), que ficou famoso após fazer um tatuagem provisória com o nome do presidente Michel Temer no ombro direito.

Pai na campanha

A posse de Yorann havia sido proibida após decisão da primeira instância da Justiça Federal. Mas, no final de março, uma desembargadora do TRF 1 permitiu que ele ocupasse o cargo. A discussão orbitava em torno de sua pouca experiência para exercer a função. De qualquer maneira, o paizão Wlad quer ver o filho deputado federal. E deve carregar o rebento nas costas, pedindo votos para ele.

 

____________________BASTIDORES___________________________

 

* Os serviços de inteligência policial do Estado já sabem faz tempo quem são os líderes do crime organizado e das facções que atuam dentro e fora das cadeias. Sabem até os apelidos.

* Apesar de saberem, porém, não houve competência do governo em prevenir a rebelião e a tentativa de resgaste na penitenciária de Santa Isabel que resultou em mais de 20 mortes. As 120 fugas mensais já dizem tudo.

* Em 72 horas, 33 mortos em chacina e rebelião, fora os assassinatos “normais”, que todos os dias aparecem no noticiário da mídia. O cenário é de descontrole na segurança pública.

* E ainda temos, para completar, o secretário Luiz Fernandes a dizer que se sente seguro por andar em Belém. Claro, ele vive cheio de policiais ao redor, inclusive em sua própria casa, no gabinete onde trabalha e até na igreja, quando lá aparece.

* Polícia Federal sabe mais do que ninguém o que acontece em alguns institutos de previdência no interior do Pará. Em Oeiras do Pará e Portel, onde um rombo sangrou mais de R$ 18 milhões dos cofres públicos, está apenas a ponta do iceberg.

* O redator da coluna esteve em Recife, na semana que passou, para mais uma palestra sobre a Operação Prato, que investigou OVNIs no final dos anos 70 no Estado. Foi no II Fórum Internacional de Ufologia e Espiritualidade de Pernambuco.

* Organização impecável do evento, que teve a participação de físicos, biólogos, espíritas, ufólogos, até abduzidos e céticos. Tudo sob o comando do paraense Alexandre Lauzid, empresário do ramo de viagens.

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