A semana começou de muito trabalho para a Defesa Civil Municipal de Marabá, que não fez o dever de casa na preparação de abrigos para receber as famílias que saíram de casa já na madrugada desta segunda-feira, 12.

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Mais de 40 famílias já abandonaram suas casas nos bairros Santa Rosa, Santa Rita, Vila do Rato, Liberdade, Folha 33, Taboquinha (Belo Horizonte) e Bairro da Paz. A Reportagem do CORREIO DE CARAJÁS percorreu os abrigos da Marabá Pioneira, Nova Marabá e Cidade Nova nesta segunda-feira e constatou que a Defesa Civil da Prefeitura de Marabá corria para fazer o básico: roço da área e fazer preparativos a toque de caixa.

Os dois galpões da antiga Feirinha na entrada da Velha Marabá ainda não têm cobertura, energia elétrica nem água potável. E já algumas famílias que chegaram com os móveis ao local, acabaram ficando ao relento até que tudo seja providenciado (ainda).

Os moradores da Rua São Pedro, no bairro Santa Rosa, foram os primeiros afetados na Marabá Pioneira. Desde as 4 da madrugada a água chegou dentro de casa e ainda esperaram amanhecer para retirar os móveis, já embaixo de chuva.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com Jair Nunes Lima, 32, que retirou os móveis de casa om ajuda de dois irmãos, a partir de 6 horas. Ele conta que a esposa levantou às 4 horas e notou que a água já estava na cozinha. Ele foi avisado e começaram a criar “jirau” para retirar pendurar os móveis e roupas. “Pela manhã, levei tudo para a casa de um irmão e agora espero o abrigo da Feirinha ficar pronto para poder ir pra lá com a esposa e os dois filhos”, narra.

O subtenente Paulo, do Corpo de Bombeiro, disse no início da tarde desta segunda-feira que a mudança das famílias está sendo feito por equipes do Exército Brasileiro e a Defesa Civil solicitou que os bombeiros montassem 20 barracas da Defesa Civil Estadual para as primeiras famílias desabrigadas. “As pessoas estão indo à sede da Defesa Civil Municipal, fazem cadastro e pedem veículo para a mudança”.

“Eu vejo que não houve planejamento por parte de quem deveria. Tivemos de trazer nosso pessoal que está de prontidão no quartel para incêndios e salvamento, o que não é ideal. O pessoal da Prefeitura ainda está roçando o mato e não temos condições de montar as 20 barracas por enquanto. Só amanhã que deveremos terminar esse serviço. O local ainda está alagado e não é plano, ideal, o que dificulta nosso trabalho”, disse o subtenente.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Jairo Milhomem, estranhamente, não atende as ligações da Reportagem do CORREIO para dar explicações sobre a demora em preparar os abrigos para receber as famílias que agora estão ao relento por causa da enchente.

O Exército Brasileiro desde ontem, domingo, começou a retirar famílias de áreas inundadas. Segundo a Comunicação da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, inicialmente, oito caminhões foram colocados à disposição da Defesa Civil para retirada de famílias, mas a previsão é de que nesta terça-feira, a partir de 8h30, o número de veículos aumente para oito, com três militares em cada uma, para auxiliar na mudança. Homens do 52º BIS e 23º B Log Sl foram os primeiros a atuar na enchente e amanhã haverá reforço do 1º GAC (Grupamento de Artilharia de Campanha).

Em nota enviada à Redação agora há pouco, a Assessoria da Prefeitura explica o que está sendo executado para atender as famílias:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“A prefeitura já designou equipes da SEVOP para operação conjunta junto ao Exército e Defesa Civil. Até o momento três centros estão sendo montados para abrigar os cidadãos que tiveram suas casas alagadas: A”feirinha” na entrada da Velha Marabá; outro espaço na folha 16, atrás da construção do Cine Teatro; e na Obra Kolping. A prefeitura informa que a Defesa Civil está de plantão e atualizando de hora em hora os dados da enchente e em caso de alagamento pede a população para ligar para 3321-8990”.

A semana começou de muito trabalho para a Defesa Civil Municipal de Marabá, que não fez o dever de casa na preparação de abrigos para receber as famílias que saíram de casa já na madrugada desta segunda-feira, 12.

Mais de 40 famílias já abandonaram suas casas nos bairros Santa Rosa, Santa Rita, Vila do Rato, Liberdade, Folha 33, Taboquinha (Belo Horizonte) e Bairro da Paz. A Reportagem do CORREIO DE CARAJÁS percorreu os abrigos da Marabá Pioneira, Nova Marabá e Cidade Nova nesta segunda-feira e constatou que a Defesa Civil da Prefeitura de Marabá corria para fazer o básico: roço da área e fazer preparativos a toque de caixa.

Os dois galpões da antiga Feirinha na entrada da Velha Marabá ainda não têm cobertura, energia elétrica nem água potável. E já algumas famílias que chegaram com os móveis ao local, acabaram ficando ao relento até que tudo seja providenciado (ainda).

Os moradores da Rua São Pedro, no bairro Santa Rosa, foram os primeiros afetados na Marabá Pioneira. Desde as 4 da madrugada a água chegou dentro de casa e ainda esperaram amanhecer para retirar os móveis, já embaixo de chuva.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com Jair Nunes Lima, 32, que retirou os móveis de casa om ajuda de dois irmãos, a partir de 6 horas. Ele conta que a esposa levantou às 4 horas e notou que a água já estava na cozinha. Ele foi avisado e começaram a criar “jirau” para retirar pendurar os móveis e roupas. “Pela manhã, levei tudo para a casa de um irmão e agora espero o abrigo da Feirinha ficar pronto para poder ir pra lá com a esposa e os dois filhos”, narra.

O subtenente Paulo, do Corpo de Bombeiro, disse no início da tarde desta segunda-feira que a mudança das famílias está sendo feito por equipes do Exército Brasileiro e a Defesa Civil solicitou que os bombeiros montassem 20 barracas da Defesa Civil Estadual para as primeiras famílias desabrigadas. “As pessoas estão indo à sede da Defesa Civil Municipal, fazem cadastro e pedem veículo para a mudança”.

“Eu vejo que não houve planejamento por parte de quem deveria. Tivemos de trazer nosso pessoal que está de prontidão no quartel para incêndios e salvamento, o que não é ideal. O pessoal da Prefeitura ainda está roçando o mato e não temos condições de montar as 20 barracas por enquanto. Só amanhã que deveremos terminar esse serviço. O local ainda está alagado e não é plano, ideal, o que dificulta nosso trabalho”, disse o subtenente.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Jairo Milhomem, estranhamente, não atende as ligações da Reportagem do CORREIO para dar explicações sobre a demora em preparar os abrigos para receber as famílias que agora estão ao relento por causa da enchente.

O Exército Brasileiro desde ontem, domingo, começou a retirar famílias de áreas inundadas. Segundo a Comunicação da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, inicialmente, oito caminhões foram colocados à disposição da Defesa Civil para retirada de famílias, mas a previsão é de que nesta terça-feira, a partir de 8h30, o número de veículos aumente para oito, com três militares em cada uma, para auxiliar na mudança. Homens do 52º BIS e 23º B Log Sl foram os primeiros a atuar na enchente e amanhã haverá reforço do 1º GAC (Grupamento de Artilharia de Campanha).

Em nota enviada à Redação agora há pouco, a Assessoria da Prefeitura explica o que está sendo executado para atender as famílias:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“A prefeitura já designou equipes da SEVOP para operação conjunta junto ao Exército e Defesa Civil. Até o momento três centros estão sendo montados para abrigar os cidadãos que tiveram suas casas alagadas: A”feirinha” na entrada da Velha Marabá; outro espaço na folha 16, atrás da construção do Cine Teatro; e na Obra Kolping. A prefeitura informa que a Defesa Civil está de plantão e atualizando de hora em hora os dados da enchente e em caso de alagamento pede a população para ligar para 3321-8990”.

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