Correio de Carajás

Pequeno Príncipe: Comunidade escolar quer um novo prédio

Apoiados por pais de alunos e estudantes, membros do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Pará (Sintepp) realizou ato público em frente à 4ª Unidade Regional de Educação, na Cidade Nova, na manhã desta segunda-feira (14). O intuito do movimento era chamar atenção para as condições precárias do anexo da Escola Estadual O Pequeno Príncipe, localizado na Folha 27, Nova Marabá.

“Estamos reivindicando um novo prédio com estruturas e condições. A Diretora da 4ª URE nos recebeu e amanhã receberá nossa solicitação para encaminhar para o executivo da Seduc em Belém. Ela nos deu um prazo de oito dias para resolver o impasse”, confirmou ao CORREIO Joyce Rabelo, coordenadora geral do sindicato.

Uma carta aberta publicada no site do Sintepp – Subseção Marabá, destaca que nos últimos anos os investimentos na educação pioraram e que ainda é possível encontrar escolas no município que lutam por climatização ou funcionamento do laboratório de informática.

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“Pois bem, agora imagine a Escola Pequeno Príncipe (Anexo), onde faltam todas as condições mínimas para funcionar do jeito que está: sem merenda, água adequada, banheiro suficiente, ventilador e espaço para andar, mas mantém a melhor pontuação nas estatísticas oficiais para o governo”, diz o comunicado.

Para Joyce, o protesto foi positivo, porque houve avanço das pautas. “Amanhã vamos ao MP protocolar uma representação e voltaremos à 4ª URE com os alunos do Pequeno Príncipe (anexo)”, confirma. Quanto à greve, a coordenadora garantiu que a paralização continua e que a maioria dos concursados já participa do movimento.

“Hoje, há uma perseguição por conta dos contratados, não só no município de Marabá, mas em todo o estado do Pará. Porém a maioria das escolas já aderiu à greve”, esclarece. Ela completa que existem instituições que ainda estão se organizando para discutir não apenas sobre a greve, como também a respeito da estrutura física das unidades estaduais. Está marcado para essa terça-feira (15), manifestação em frente ao Ministério Público Estadual e Câmara de Vereadores de Marabá.

Resposta da 4ª URE

Procurada pelo Jornal, Alcinara Jadão, diretora da 4ª URE admitiu que as reivindicações são pontuais. “No ano passado, a escola tinha quatro turmas e esse ano tem sete de manhã e sete à tarde, e o prédio ficou inviável para 420 alunos. As reivindicações são pontuais, eles pedem pessoal de apoio, limpeza e um novo prédio. Como a instituição tem subido muito no IDEB, bons professores e uma excelente gestão, os alunos se acharam no direito de se manifestar”, conta.

Ela se comprometeu a receber o documento com as solicitações da comunidade escolar e enviá-lo a Seduc, para que o problema seja resolvido. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)

 

Apoiados por pais de alunos e estudantes, membros do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Pará (Sintepp) realizou ato público em frente à 4ª Unidade Regional de Educação, na Cidade Nova, na manhã desta segunda-feira (14). O intuito do movimento era chamar atenção para as condições precárias do anexo da Escola Estadual O Pequeno Príncipe, localizado na Folha 27, Nova Marabá.

“Estamos reivindicando um novo prédio com estruturas e condições. A Diretora da 4ª URE nos recebeu e amanhã receberá nossa solicitação para encaminhar para o executivo da Seduc em Belém. Ela nos deu um prazo de oito dias para resolver o impasse”, confirmou ao CORREIO Joyce Rabelo, coordenadora geral do sindicato.

Uma carta aberta publicada no site do Sintepp – Subseção Marabá, destaca que nos últimos anos os investimentos na educação pioraram e que ainda é possível encontrar escolas no município que lutam por climatização ou funcionamento do laboratório de informática.

“Pois bem, agora imagine a Escola Pequeno Príncipe (Anexo), onde faltam todas as condições mínimas para funcionar do jeito que está: sem merenda, água adequada, banheiro suficiente, ventilador e espaço para andar, mas mantém a melhor pontuação nas estatísticas oficiais para o governo”, diz o comunicado.

Para Joyce, o protesto foi positivo, porque houve avanço das pautas. “Amanhã vamos ao MP protocolar uma representação e voltaremos à 4ª URE com os alunos do Pequeno Príncipe (anexo)”, confirma. Quanto à greve, a coordenadora garantiu que a paralização continua e que a maioria dos concursados já participa do movimento.

“Hoje, há uma perseguição por conta dos contratados, não só no município de Marabá, mas em todo o estado do Pará. Porém a maioria das escolas já aderiu à greve”, esclarece. Ela completa que existem instituições que ainda estão se organizando para discutir não apenas sobre a greve, como também a respeito da estrutura física das unidades estaduais. Está marcado para essa terça-feira (15), manifestação em frente ao Ministério Público Estadual e Câmara de Vereadores de Marabá.

Resposta da 4ª URE

Procurada pelo Jornal, Alcinara Jadão, diretora da 4ª URE admitiu que as reivindicações são pontuais. “No ano passado, a escola tinha quatro turmas e esse ano tem sete de manhã e sete à tarde, e o prédio ficou inviável para 420 alunos. As reivindicações são pontuais, eles pedem pessoal de apoio, limpeza e um novo prédio. Como a instituição tem subido muito no IDEB, bons professores e uma excelente gestão, os alunos se acharam no direito de se manifestar”, conta.

Ela se comprometeu a receber o documento com as solicitações da comunidade escolar e enviá-lo a Seduc, para que o problema seja resolvido. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)