O Juiz da 3º Vara Civil e Empresarial de Parauapebas, Manuel Carlos Jesus Maria, determinou ao Governo do Estado o aumento do efetivo da polícia militar e civil, em Parauapebas. A ação ajuizada pela Defensoria Pública de Parauapebas, em 2014, solicitou o ingresso de 182 policiais militares, 12 policiais civis, sendo 4 delegados e 8 investigadores, duas viaturas e a implantação da linha telefônica 190.

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Para o autor da ação, o defensor público, Rafael Barra, a decisão da justiça é uma conquista que garante à população de Parauapebas e região, mais segurança. O defensor público argumenta que o Governo do Estado tem ignorado o crescimento das cidades da região sudeste e da criminalidade. “Temos uma população que é uma das maiores do Estado e, o Governo acaba não olhando para o sul e sudeste do Pará. A gente fala que proporcionalmente precisa muito mais que outras cidades. Outro dado é que Parauapebas arrecada muito para o Estado e, tem recebido muito pouco do Governo”, enfatiza Barra.

#ANUNCIO

Depois que a Defensoria Pública ingressou na Justiça, o Governo do Estado tomou algumas medidas na área da segurança, como a realização de concurso público. Em 2017, 90 alunos foram aprovados para o Curso de Formação de Praças do 23º Batalhão da Polícia Militar, que compreende Parauapebas e cidades vizinhas. Mas para Rafael Barra, o número ainda não é ideal. “Se você somar os 90 desse concurso mais recente com os 40 do concurso anterior, somam 130 policiais. Houve uma melhoria mas ainda estamos com déficit”.

Outra exigência da ação é a implantação da linha 190 que já está sendo providenciada pela polícia militar de Parauapebas. “Antigamente, os moradores de Parauapebas ligavam para o 190 para pedir ajuda para uma ocorrência e a ligação caía em Marabá”, explica o defensor público. Da decisão ainda cabe recurso.

 

Dayse Mamede com colaboração de Adriano Baracho/TV Correio

O Juiz da 3º Vara Civil e Empresarial de Parauapebas, Manuel Carlos Jesus Maria, determinou ao Governo do Estado o aumento do efetivo da polícia militar e civil, em Parauapebas. A ação ajuizada pela Defensoria Pública de Parauapebas, em 2014, solicitou o ingresso de 182 policiais militares, 12 policiais civis, sendo 4 delegados e 8 investigadores, duas viaturas e a implantação da linha telefônica 190.

Para o autor da ação, o defensor público, Rafael Barra, a decisão da justiça é uma conquista que garante à população de Parauapebas e região, mais segurança. O defensor público argumenta que o Governo do Estado tem ignorado o crescimento das cidades da região sudeste e da criminalidade. “Temos uma população que é uma das maiores do Estado e, o Governo acaba não olhando para o sul e sudeste do Pará. A gente fala que proporcionalmente precisa muito mais que outras cidades. Outro dado é que Parauapebas arrecada muito para o Estado e, tem recebido muito pouco do Governo”, enfatiza Barra.

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Depois que a Defensoria Pública ingressou na Justiça, o Governo do Estado tomou algumas medidas na área da segurança, como a realização de concurso público. Em 2017, 90 alunos foram aprovados para o Curso de Formação de Praças do 23º Batalhão da Polícia Militar, que compreende Parauapebas e cidades vizinhas. Mas para Rafael Barra, o número ainda não é ideal. “Se você somar os 90 desse concurso mais recente com os 40 do concurso anterior, somam 130 policiais. Houve uma melhoria mas ainda estamos com déficit”.

Outra exigência da ação é a implantação da linha 190 que já está sendo providenciada pela polícia militar de Parauapebas. “Antigamente, os moradores de Parauapebas ligavam para o 190 para pedir ajuda para uma ocorrência e a ligação caía em Marabá”, explica o defensor público. Da decisão ainda cabe recurso.

 

Dayse Mamede com colaboração de Adriano Baracho/TV Correio

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