Correio de Carajás

Bandidagem não dispensa nem desempregados na fila do Saci

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Pacata como pode parecer ao raiar do dia, a Marabá Pioneira tornou-se um oásis para assaltantes depois que o sol nasce. Bandidos tiveram a ideia de perambular pelas ruas daquele bairro de bicicleta e assaltar quem sai de casa antes das 7 horas da manhã para ir ao trabalho, fazer caminhada pela Orla, na porta de banco ou, como hoje, na fila do Saci (Serviço de Atendimento ao Cidadão), localizado à Rua 5 de abril, ao lado da agência do Banco do Brasil.

No início da manhã desta sexta-feira, 25, quatro pessoas que estavam aguardando atendimento na fila do Saci, para dar entrada no Seguro Desemprego, foram pegas de surpresa por um trio que chegou de bicicleta portando uma arma de fogo e anunciou o assalto com uma palavra peculiar: “Perdeu! Perdeu!”.

Tomaram telefones celulares, dinheiro, além de relógios e cordão de ouro. Eles fugiram tranquilamente nas bikes em direção ao Cabelo Seco. Um rapaz que teve o celular roubado reconheceu um dos menores e logo que eles empreenderam fuga, correu para o trailer da Polícia Militar localizado na Orla e informou o episódio para os policiais. Ele pegou carona na viatura e conduziu os militares até o Residencial do PAC, onde dois dos três menores infratores foram encontrados e apreendidos, juntamente com parte dos produtos roubados.

Leia mais:

Duas das vítimas foram ouvidas na 21ª Seccional de Polícia Civil, na Folha 30, Nova Marabá, mas pediram para não divulgar seus nomes nem imagem. Uma delas contou que ainda estava um pouco escuro e não dava para distinguir se a pistola que um dos três portava era de verdade ou de brinquedo. “Levaram meu celular e relógio, além dos pertences de outras pessoas que estavam na fila do Saci”, disse um rapaz.

A vítima contou, ainda, que quando chegou com a Polícia no Residencial do PAC, bateram em uma porta onde um senhor alegou que não havia menor nenhum em sua casa, mas ele insistiu que sabia que os rapazes estavam escondidos lá, porque conhecia um deles da Marabá Pioneira. “Havia entre os infratores um que é usuário de drogas e eu o vejo direto ali por perto. Os policiais entraram, encontraram dois dos mais velhos e o mais novo já tinha fugido. Ali estava boa parte de nossos pertences”, revela.

Também ouvido pela Reportagem do Correio, o sargento PM Nascimento disse que estava em ronda pela Velha Marabá, quando foi informado por um cidadão que havia ocorrido um arrastão na porta do Saci. Foram em diligência, avistaram um elemento suspeito e quando este viu a viatura, fugiu, entrando em uma das casas do PAC, no Cabelo Seco. “Dois menores estavam de posse de todo o material roubado das vítimas. Aliás, eu não conhecia ainda essa dupla cometendo delitos pela Marabá Pioneira”, conta.

O sargento disse que um dos menores mora em uma casa no PAC, enquanto outro é oriundo do Conjunto Itacaiunas. Questionado se está virando moda arrastão pela cidade, o sargento não respondeu diretamente, mas alegou que a polícia está nas ruas “tentando evitar essa modalidade e prendendo quem está praticando esse tipo de crime”. (Josseli Carvalho e Luciana Marschall)

Pacata como pode parecer ao raiar do dia, a Marabá Pioneira tornou-se um oásis para assaltantes depois que o sol nasce. Bandidos tiveram a ideia de perambular pelas ruas daquele bairro de bicicleta e assaltar quem sai de casa antes das 7 horas da manhã para ir ao trabalho, fazer caminhada pela Orla, na porta de banco ou, como hoje, na fila do Saci (Serviço de Atendimento ao Cidadão), localizado à Rua 5 de abril, ao lado da agência do Banco do Brasil.

No início da manhã desta sexta-feira, 25, quatro pessoas que estavam aguardando atendimento na fila do Saci, para dar entrada no Seguro Desemprego, foram pegas de surpresa por um trio que chegou de bicicleta portando uma arma de fogo e anunciou o assalto com uma palavra peculiar: “Perdeu! Perdeu!”.

Tomaram telefones celulares, dinheiro, além de relógios e cordão de ouro. Eles fugiram tranquilamente nas bikes em direção ao Cabelo Seco. Um rapaz que teve o celular roubado reconheceu um dos menores e logo que eles empreenderam fuga, correu para o trailer da Polícia Militar localizado na Orla e informou o episódio para os policiais. Ele pegou carona na viatura e conduziu os militares até o Residencial do PAC, onde dois dos três menores infratores foram encontrados e apreendidos, juntamente com parte dos produtos roubados.

Duas das vítimas foram ouvidas na 21ª Seccional de Polícia Civil, na Folha 30, Nova Marabá, mas pediram para não divulgar seus nomes nem imagem. Uma delas contou que ainda estava um pouco escuro e não dava para distinguir se a pistola que um dos três portava era de verdade ou de brinquedo. “Levaram meu celular e relógio, além dos pertences de outras pessoas que estavam na fila do Saci”, disse um rapaz.

A vítima contou, ainda, que quando chegou com a Polícia no Residencial do PAC, bateram em uma porta onde um senhor alegou que não havia menor nenhum em sua casa, mas ele insistiu que sabia que os rapazes estavam escondidos lá, porque conhecia um deles da Marabá Pioneira. “Havia entre os infratores um que é usuário de drogas e eu o vejo direto ali por perto. Os policiais entraram, encontraram dois dos mais velhos e o mais novo já tinha fugido. Ali estava boa parte de nossos pertences”, revela.

Também ouvido pela Reportagem do Correio, o sargento PM Nascimento disse que estava em ronda pela Velha Marabá, quando foi informado por um cidadão que havia ocorrido um arrastão na porta do Saci. Foram em diligência, avistaram um elemento suspeito e quando este viu a viatura, fugiu, entrando em uma das casas do PAC, no Cabelo Seco. “Dois menores estavam de posse de todo o material roubado das vítimas. Aliás, eu não conhecia ainda essa dupla cometendo delitos pela Marabá Pioneira”, conta.

O sargento disse que um dos menores mora em uma casa no PAC, enquanto outro é oriundo do Conjunto Itacaiunas. Questionado se está virando moda arrastão pela cidade, o sargento não respondeu diretamente, mas alegou que a polícia está nas ruas “tentando evitar essa modalidade e prendendo quem está praticando esse tipo de crime”. (Josseli Carvalho e Luciana Marschall)

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