Correio de Carajás

Água : Previsão é que normalize hoje

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Desde a última quarta-feira (23) moradores da Nova Marabá e da Cidade Nova estão tendo que encontrar maneiras alternativas para lavar roupas, tomar banho e até para escovar os dentes, devido à interrupção no abastecimento de água pela Cosanpa (Companhia de Saneamento do Pará) em Marabá. Embora a distribuição tenha retornado parcialmente na noite desta sexta-feira (25), a previsão da estatal é que a situação seja totalmente normalizada somente no sábado (26).

“Desde quinta à tarde nós estamos batalhando, no verdadeiro sentido da expressão, porque não é nada fácil fazer a mudança e a retirada de duas bombas enormes para colocar duas novas. Então para isso, nós precisamos de um pouco de tempo e eu peço a todos a compreensão necessária”, disse Paulo Barbosa, gerente regional da companhia.

Segundo ele, o trabalho está sendo realizado por uma equipe de técnicos e montadores de Belém, em conjunto com funcionários da empresa em Marabá. “É um trabalho pesado, que envolve não só a parte mecânica como elétrica, de alta tensão, então nós temos que ter todo o cuidado e a capacidade para que dê certo”.

Leia mais:

A estimativa é que neste sábado (26) o trabalho de instalação das novas bombas possa ser concluído e a questão do abastecimento resolvida na cidade. Na última quinta (24), a previsão de que a primeira bomba fosse montada até às 22 horas não se cumpriu em decorrência de um ajuste no eixo do equipamento, deixando milhares de pessoas frustradas.

Bombas

O gerente regional explicou que as bombas utilizadas na estação da Cosanpa em Marabá são modernas, mas que quando chegaram a Marabá apresentaram defeitos de fábrica. “Porém foram recuperadas em Belém e eles chegaram de volta para a gente reinstalar, então são tidas como novas. Para você ter uma ideia cada bomba desta custou R$1,1 milhão, então pelo preço você sabe que é caro, mas de confiança”, disse. Ele ainda disse ao CORREIO que a diminuição no nível do Rio Tocantins tem preocupado a companhia.

Problema

O problema nos equipamentos aconteceu após uma operação de limpeza e inspeção em duas bombas que captam a água do Rio Tocantins, devido ao acúmulo de lixo. “E para isso a gente teve que desligar o bombeamento por cerca de meia hora. A gente contratou um mergulhador para fazer a limpeza e quando terminamos de fazer o serviço, ligamos a captação novamente”, repassou Ângela Rayol, engenheira sanitarista e coordenadora operacional da Cosanpa em Marabá.

Ela disse à reportagem que ao religar as bombas, elas até funcionaram de início, porém logo depois pararam. Questionada sobre o estado das bombas, ela informou que uma delas teria apresentado dificuldades no funcionamento e que, inclusive, estava prevista para ser substituída. A engenheira ainda estimou que aproximadamente 100 mil pessoas tenham ficado sem água na cidade. O único núcleo que ficou com o abastecimento normalizado foi a Marabá Pioneira, uma vez que o sistema de captação na localidade é independente das demais estações. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)

 

Desde a última quarta-feira (23) moradores da Nova Marabá e da Cidade Nova estão tendo que encontrar maneiras alternativas para lavar roupas, tomar banho e até para escovar os dentes, devido à interrupção no abastecimento de água pela Cosanpa (Companhia de Saneamento do Pará) em Marabá. Embora a distribuição tenha retornado parcialmente na noite desta sexta-feira (25), a previsão da estatal é que a situação seja totalmente normalizada somente no sábado (26).

“Desde quinta à tarde nós estamos batalhando, no verdadeiro sentido da expressão, porque não é nada fácil fazer a mudança e a retirada de duas bombas enormes para colocar duas novas. Então para isso, nós precisamos de um pouco de tempo e eu peço a todos a compreensão necessária”, disse Paulo Barbosa, gerente regional da companhia.

Segundo ele, o trabalho está sendo realizado por uma equipe de técnicos e montadores de Belém, em conjunto com funcionários da empresa em Marabá. “É um trabalho pesado, que envolve não só a parte mecânica como elétrica, de alta tensão, então nós temos que ter todo o cuidado e a capacidade para que dê certo”.

A estimativa é que neste sábado (26) o trabalho de instalação das novas bombas possa ser concluído e a questão do abastecimento resolvida na cidade. Na última quinta (24), a previsão de que a primeira bomba fosse montada até às 22 horas não se cumpriu em decorrência de um ajuste no eixo do equipamento, deixando milhares de pessoas frustradas.

Bombas

O gerente regional explicou que as bombas utilizadas na estação da Cosanpa em Marabá são modernas, mas que quando chegaram a Marabá apresentaram defeitos de fábrica. “Porém foram recuperadas em Belém e eles chegaram de volta para a gente reinstalar, então são tidas como novas. Para você ter uma ideia cada bomba desta custou R$1,1 milhão, então pelo preço você sabe que é caro, mas de confiança”, disse. Ele ainda disse ao CORREIO que a diminuição no nível do Rio Tocantins tem preocupado a companhia.

Problema

O problema nos equipamentos aconteceu após uma operação de limpeza e inspeção em duas bombas que captam a água do Rio Tocantins, devido ao acúmulo de lixo. “E para isso a gente teve que desligar o bombeamento por cerca de meia hora. A gente contratou um mergulhador para fazer a limpeza e quando terminamos de fazer o serviço, ligamos a captação novamente”, repassou Ângela Rayol, engenheira sanitarista e coordenadora operacional da Cosanpa em Marabá.

Ela disse à reportagem que ao religar as bombas, elas até funcionaram de início, porém logo depois pararam. Questionada sobre o estado das bombas, ela informou que uma delas teria apresentado dificuldades no funcionamento e que, inclusive, estava prevista para ser substituída. A engenheira ainda estimou que aproximadamente 100 mil pessoas tenham ficado sem água na cidade. O único núcleo que ficou com o abastecimento normalizado foi a Marabá Pioneira, uma vez que o sistema de captação na localidade é independente das demais estações. (Nathália Viegas com informações de Josseli Carvalho)

 

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